Pilotos que sofreram na pista carregando o #1

Não foi sempre que o campeão de um ano repetiu a conquista no ano seguinte na F1. Já aconteceu de o campeão de um ano ter ido extremamente mal. Levamos em conta aqueles que não conseguiram vencer no ano seguinte.

E nesse critério separamos cinco anos de merda dos campeões. O nome do post até poderia ser esse, mas preferimos escrever de forma mais simpática. E vamos contar essas histórias.

Será que Nico Rosberg teria medo de ter entrado nesta lista? Vamos a ela.

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– Mario Andretti, 1979

No ano de 78, o ítalo-americano tinha feito chover com a Lotus e seu inovador carro-asa. Porém, no ano seguinte, todo mundo já tinha descoberto o segredo e os carros turbo fizeram a com a Ferrari dominando os dois primeiros lugares na tabela. A Andretti restou a 12ª posição com apenas um pódio na Espanha com o terceiro lugar e mirrados 14 pontos.

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– Jody Scheckter, 1980

Se você achou a situação de Andretti feia, é que não viu a de Scheckter. Sabe em qual posição ele terminou no campeonato? 19º! Provavelmente o pior desempenho de um campeão na história da F1 no ano seguinte. Ele só marcou dois pontos ao ser quinto na nona etapa de 14, na Alemanha. E só. Seu parceiro, Gilles Villeneuve, foi só um pouco melhor, em 14, com seis pontos.

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– Nelson Piquet, 1988

Aquela Lotus amarela com motor Honda número 1 havia sido espelhada na Ferrari de 1987, que havia dominado o fim daquele ano. Mas que cagada. Com isso, a Lotus ficou amarrada atrás da McLaren junto com Ferrari, Benetton e Williams, sendo a pior das quatro. Alguns pódios rolaram, mas o ano acabou sendo um desastre sem vitórias, com três pódios e um sexto lugar na tabela.

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– Damon Hill, 1997

O inglês foi campeão já sabendo que não teria seu contrato renovado na Williams, que acertara com Jacques Villeneuve e H.H. Frentzen. Com isso, acabou aceitando a boa proposta de Tom Walkinshaw, que tinha boas intenções com a Arrows, mas o motor Yamaha era fraco, o chassi não resolvia os outros problemas e o máximo que ele conseguiu foi o clássico segundo lugar em Hungaroring, quando perdeu a vitória na última volta. Que dó que deu!

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– Jacques Villeneuve, 1998

A Renault deixou a F1 no fim de 97 e os pilotos tiveram de correr com um motor sem evoluções e rebatizado de Mecachrome, a empresa responsável por cuidar das unidades de força. O carro foi pouco evoluído e o canadense somou dois pódios, um dele na Hungria sem direção hidráulica – um feito marcante.

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– Sebastian Vettel, 2014

Depois de quatro campeonatos consecutivos, a chama de Vettel começou a apagar até ficar do tamanho que está hoje em 2014. Com a chegada de Daniel Ricciardo na equipe, ele acabou ficando em segundo plano nos resultados: foram só quatro pódios contra três vitórias do companheiro. E só uma volta na liderança. Foi triste.