50 pilotos que você não sabe como chegaram na F1 e que não fizeram falta alguma ao sairem – 4

As pessoas costumam dizer que a Fórmula 1 é composta pelos melhores pilotos do mundo. Porém, vira e mexe aparecem alguns nomes que insistem em contestar o velho ditado.

Esta lista tem um pouco de Globo Reporter: quem são, de onde vieram, o que fizeram para chegar lá, quais qualidades os fazem dignos para estar lá (a principal de muito$ nó$ $abemo$).

A cada semana apresentaremos dez notáveis, dos mais recentes para os mais velhacos, que figuraram no grid entre 1980 e 2010. Tivemos uma leve demora mas, assim como ele, chegamos mesmo com algumas voltas de atraso. Semana que vem teremos o encerramento desta série!

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Huub Rothengatter
Um dos pilotos mais feios que já passaram pela Fórmula 1, Rothengatter disputou 30 GPs na base do tutu. Seu melhor resultado foi um sétimo lugar no GP da Austrália de 1985. Só que apenas oito pilotos terminaram e ele levou nada menos que quatro voltas do vencedor Keke Rosberg. Teve sucesso sabe como? Como empresário de Jos Verstappen.

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Mike Thackwell
Este neozelandês teve mais sucesso nas pistas depois de seu período na F1. Largou uma prova em três tentativas no ano de 1980 pela Arrows com somente 19 anos. Voltou para uma prova quatro anos depois, aí como campeão da F2. Largou uma, não se classificou para outra e aí azedou. Se tornou especialista em divisões de acesso, sendo vice-campeão da F3000 em 1985. Depois sumiu.

Berg

Allen Berg
O canadense, vice-campeão da F-3 inglesa em 1984, tentou a sorte com a Osella na temporada de 1986. Fez nove provas, todas largando da última fila. Depois de um período sem registro, correu uma temporada no DTM, terminando em um distante 25º lugar. Aí parou.

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Kenny Acheson
Em dez corridas pela sombria RAM, só se classificou para três, uma em 1983 e duas em 1985, fazendo nada demais. Se encontrou no endurance, integrando o forte esquadrão da Sauber Mercedes em 1989 e vencendo duas vezes. No endurance ficou até deixar o esporte, em 1995.

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François Hesnault
Só teve destaque na França, na F-Renault, onde ganhou uma vez. Depois se tornou um piloto mediano e disputou a temporada de 1984 inteira pela Ligier, tapando buraco em 1985 por quatro provas – três pela Brabham e uma pela Renault. Seu melhor resultado foi um sétimo lugar no GP da Holanda de 1984, que, na verdade, foi um nono lugar: os dois carros da Tyrrell dos Stefans Johansson e Bellof chegaram na sua frente, mas tiveram todos seus resultados excluídos por irregularidades no carro.

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Josef Gartner
“Jo” para os íntimos, Gartner teve como ponto alto uma vitória em sua quarta temporada na F2 antes de fazer oito corridas pela Osella. E olha só que coisa fantástica: ele terminou o GP da Itália de 1984 em um surpreendente quinto lugar a 2 voltas do vencedor Niki Lauda, mas não lhe foram atribuídos os dois pontos correspondentes porque a Osella tinha inscrito apenas um carro para o Campeonato, que no caso era Piercarlo Ghinzani, que abandonou mas ainda ficou em sétimo (só seis pontuavam!). Infelizmente, Gartner faleceu em Le Mans, no ano de 1986.

Byrne

Thomas Byrne
Este irlandês despontou como campeão da concorrida F3 inglesa em 1982, disputando duas corridas pela Theodore na F1 neste mesmo ano e não se classificando para outras três. Passou o resto dos anos 80 na Indy Lights, sendo vice-campeão em 1989, parando em 1992. Anos depois, disputou três temporadas na Grand Am.

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Slim Borgudd
O famoso “baterista do Abba” (ele chegou a tocar em estúdio com a banda) chegou a ser um piloto razoável quando pôde se dedicar, sendo terceiro na F3 europeia, mesmo sem vencer. Em 15 participações por ATS e Tyrrell em 1981 e 1982, largou em dez delas, somando um improvável sexto lugar no movimentado GP da Inglaterra de 1981.

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Rupert Keegan
Ganhar nunca ganhou, impressionar também não impressionou, mas esse playboy assumido correu tudo o que um mortal sempre desejou. Andou de F1, Indy e Le Mans. Na máxima, largou 25 vezes em 37 tentativas por Hesketh, Surtees, RAM/Williams e March.

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Miguel Angel Guerra
O argentino tem como registro duas temporadas na F2 com um pódio em 1979 e quatro tentativas pela Osella em 1981 na F1, largando só uma vez.