50 pilotos que você não sabe como chegaram na F1 e que não fizeram falta alguma ao sairem – 3

As pessoas costumam dizer que a Fórmula 1 é composta pelos melhores pilotos do mundo. Porém, vira e mexe aparecem alguns nomes que insistem em contestar o velho ditado.

Esta lista tem um pouco de Globo Reporter: quem são, de onde vieram, o que fizeram para chegar lá, quais qualidades os fazem dignos para estar lá (a principal de muito$ nó$ $abemo$).

A cada semana apresentaremos dez notáveis, dos mais recentes para os mais velhacos, que figuraram no grid entre 1980 e 2010. Entraremos nos Trifons Ivanovs dos anos 90, agora.

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Paul Belmondo
Filho do ator francês Jean-Paul Belmondo, fez a carreira colocando a mão no bolso. De F3 e F3000 ele não fez nada que preste, depois fez cinco corridas pela March em 1992 e largou em duas pela Pacific em 1994. Ele só tem duas vitórias, uma na F-Renault francesa e outra no FIA GT. Hoje ele conduz a própria equipe, montada (claro) com o dinheiro do papai.

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Jean-Marc Gounon
Outro piloto abastado, mas que não passou tanta vergonha como Belmondo, afinal ele venceu duas vezes na F-Renault e na F3000. Na F1, pagou para correr e tirou a vaga de Christian Fittipaldi na Minardi em 1993, realizando outras sete corridas pela Simtek no ano seguindo. Hoje ele é mais lembrado por conta do jogo Grand Prix 2 que pela carreira no turismo, com participações em Le Mans e no FIA GT.

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Marco Apicella
O italiano correu só uma prova na F1 como parceiro de Rubens Barrichello no segundo carro da Jordan em 1993, que passou também nas mãos de Ivan Capelli, Thierry Boutsen, Emanuele Naspetti, Andrea de Cesaris e, depois de Apicella, Eddie Irvine. Depois disso, foi campeão de F3000, mas no Japão, e por lá fez carreira.

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Toshio Suzuki
Só apareceu na F1 aos 39 anos, fazendo duas provas pela Larousse em 1990. Sempre foi associado a Aguri Suzuki, mas eles não têm nenhum parentesco. Sua carreira tem três títulos interessantes: F3 japonesa, as 24h de Daytona e F3000 japonesa.

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Pedro Chaves
O patrício era esforçado, mas não era do metiê. Tentou largar em 13 provas pela Coloni, mas nunca conseguiu se classificar. Em muitas vezes ele acabava batendo, claro. Venceu uma prova na Indy Lights em 1995, mas depois só fez participações esporádicas, aparecendo até no Rallycross europeu em 2011.

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Paolo Barilla
É isso mesmo, quando você compra o macarrão ele ganha o dinheiro e aplica nas suas aventuras. Foi assim que ele realizou nove corridas pela Minardi, chegando a destruir um deles no GP de Spa em 1990. Porém, ele tem uma vitória em Le Mans, algo que o redime completamente.

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Claudio Langes
Ele tentou se classificar em 14 provas aos 40 anos de idade pela Euro Brun em 1990. Só jogou dinheiro fora. Seu melhor desempenho na vida havia sido seis anos atrás, na F3 europeia, com uma vitória.

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Enrico Bertaggia
Sua única lembrança marcante foi a vitória na prova de F3 em Mônaco no ano de 1988. Ele tentou classificar a Coloni em seis provas de 1989, ficando de fora em todas.

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Franco Forini
Um suíço bigodudo que nunca venceu por onde passou (F3 europeia, F3000 e F3 alemã). Na F1, fez duas provas pela Osella, abandonando por quebra nas duas. Depois dessa experiência ele largou a carreira.

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Pascal Fabre
O francês teve destaque na F3000 em 1986, disputou 10 das 16 corridas da F1 no ano seguinte pela AGS, não conseguindo se classificar em quatro e dando espaço para Roberto Moreno mostrar como se faz – o brasileiro pontuou na última corrida do ano. Depois, ele se concentrou em disputar as 24 Horas de Le Mans até se aposentar.

E prepare-se… Tudo ficará mais obscuro nos posts finais.