50 pilotos que você não sabe como chegaram na F1 e que não fizeram falta alguma ao sairem – 1

Nota do editor: o título do post está bem claro, fala apenas do período deles na F1. Não estamos falando da carreira deles pós. 

As pessoas costumam dizer que a Fórmula 1 é composta pelos melhores pilotos do mundo. Porém, vira e mexe aparecem alguns nomes que insistem em contestar o velho ditado.

Esta lista tem um pouco de Globo Reporter: quem são, de onde vieram, o que fizeram para chegar lá, quais qualidades os fazem dignos para estar lá (a principal de muito$ nó$ $abemo$).

A cada semana apresentaremos dez notáveis, dos mais recentes para os mais velhacos, que figuraram no grid entre 1980 e 2010. Quanto mais antiga for ficando a lista, pior fica. Esses caras valem teses, com certeza! Confira!

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Markus Winkelhock
Ficou conhecido por disputar uma única corrida com a Spyker, marcada pelo dilúvio em Nurburgring no ano de 2007, e liderar ela durante o período em que ela esteve neutralizada. Hoje anda de turismo e chegou a ser campeão do FIA GT em 2012.

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Robert Doornbos
O holandês era protegido da Red Bull (até hoje não sabemos o que ela viu nele) e é conhecido por ter rodado entre a maioria dos campeonatos de monopostos de sua época: F3000, F1, Champ Car, Indy, A1GP (com vitória) e Superleague – representando o Corinthians, mas vencendo pelo Milan.

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Yuji Ide
A F1 foi um ponto fora da curva na carreira do japinha. O lugar dele sempre foi a Fórmula Nippon e o Super GT, campeonatos que disputa até hoje , mas não ganha nada há cinco anos. O Galvão odiava ele.

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Sakon Yamamoto
Outro japonês que mais queimou o filme de sua pátria que ajudou. E ele insistiu por três equipes (Super Aguri, Spyker e HRT), mas só conseguiu virar piada. Deu até um passo atrás, correu de GP2, mas nada. Por fim, tentou a Fórmula E e… nada.

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Patrick Friesacher
Austríaco, teve o incentivo da Red Bull por três anos até ela se cansar na F3000. Mas ele conseguiu disputar 11 corridinhas na F1 e, acreditem, somou três pontos. Tudo graças à Michelin, de quem deveria fazer propaganda para o resto de sua vida. Inclusive, ele criou vergonha na cara e parou de correr.

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Christian Klien
Olha, a Red Bull produz muitos pilotos bons, mas a lista de nomes fracos também é considerável. Ele até foi bem na F3, sendo campeão, mas o salto para a F1 foi grande demais para ele. Seus grandes feitos foram perder um diamante que estava no bico de seu Jaguar no GP de Mônaco de 2004 após bater, além de capotar no GP da Hungria de 2005. Hoje, no turismo, ele tenta, mas só tenta.

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Gianmaria Bruni
O italiano é curioso: só começou a funcionar depois da F1. Enquanto esteve lá e até chegar lá não fez absolutamente nada, mas depois venceu corridas na GP2, foi campeão no FIA GT, na Le Mans Series e no GT Open. Ou seja, a F1 nunca foi para ele. Que bom que ele viu isso a tempo.

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Zsolt Baumgartner
O único húngaro na F1 disputou 20 corridas e somou um ponto, acredita? Andou sem destaque na F3 e com muito menos na F3000. Ele foi o primeiro piloto sem expressão a tirar proveito do novo sistema de pontuação da F1 nos anos 2000, que contemplavam os oito primeiros.

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Ralph Firman
Mais conhecido por ser filho de um dos garagistas mais tradicionais dos autódromos ingleses, que revelou, entre eles, Ayrton Senna, e por ter andado de montanha russa em um F1. Firman é da turma que fez sucesso no Japão, ganhando a F-Nippon em 2002 e o Super GT em 2007. Depois de uma temporada desastrosa pela Jordan em 2003, voltou pro Japão e por lá ficou.

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Nicolas Kiesa
Raro dinamarquês na F1, provou de tudo e não se deu bem em nada. F3, F3000, DTM e LMS. Testou pela Jordan e correu pela Minardi. Já nem corre mais, para se ter uma ideia da tristeza que era.

Na semana que vem nós entraremos nos mítos dos anos 90.