Cinco motivos para você não perder a Daytona 500

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O fim de semana será marcado pela corrida mais tradicional do automobilismo norte-americano junto com as 500 Milhas de Indianápolis da Indy: a Daytona 500, prova principal da NASCAR que abre o calendário de 2016.

Nem os Simpsons vão perder essa.

É uma prova imperdível, que será exibida ao vivo pelos canais Fox Sports neste fim de semana. Para entender a importância da prova, relacionamos cinco grandes e inesquecíveis momento deste evento.

A corrida acontecia na praia (e na areia)

Sim, antigamente as corridas em Daytona eram disputadas em uma pista oval de areia em plena beira do mar! Assim que se começa uma tradição. A edição do vídeo acima é de 1952! Notem quanta gente!

Foi ela quem proporcionou o maior Big One de todos

Com o superspeedway já erguido, em 1960, o grid teve o número incrível de 68 carros para esta edição. Porém, na saída da curva quatro, nada menos que 37 carros se enroscaram.

Assim como ela inaugurou a porradaria nas pistas

Uma das cenas mais conhecidas do automobilismo norte-americano passou ao vivo pela televisão em 1979: na disputa pela liderança, Cale Yarborough tentou a ultrapassagem, Donnie Allison fechou e ambos foram para fora da pista. O resultado? É briga!

É democrática: pode correr do moleque ao vovô. Basta classificar

Morgan Shepherd é um idoso com velocidade no sangue. Aos 72 anos, no ano passado, tentou largar na Daytona 500, prova onde chegou a ser vice-campeão em 1992. Sua última vitória havia sido em 1993, aos 51 anos. Pena que ele não conseguiu largar. Você jamais verá na F1 um cara com 72 alinhar para correr em Monza, por exemplo. Não importa sua idade: se acelerar, qualquer um tem chance.

Ela não poupa nem os melhores de todos os tempos

Nós chegamos a contar essa história no post de Dale Earnhardt, mas vamos repeti-la com um vídeo diferente. Em 1997, ele capotou durante a corrida e parecia que tudo estava acabado. Porém, os eixos do carro e a parte mecânica básica estavam funcionando, o que fez Dale ir para os boxes, gastar o estoque de fita para remendar o carro e voltar à corrida. Quis o destino que ele perdesse a vida quatro anos depois lá.

E não acabou por aí, não…

Tudo isso e mais um pouco pode ser visto no documentário “Daytona: Drama, Danger and Dedication”, que faz um apanhado de todas as provas entre 1979 e 1991. Nos primeiros minutos é possível ver Dale acertar uma gaivota a mais de 300km/h quando lutava pela vitória!

Ou neste outro, mais curtinho, chamado “Daytona 500 – The American Dream”.

Agora… Se tudo isso não te convenceu a acompanhar a Daytona 500, então acho que é melhor você comprar uma bola.